Himnusz – Não brota a liberdade

Em uma pequena cidade da Hungria, um jovem engenheiro percorria uma trilha, ao lado dos trilhos do trem, havia muita neblina pelo local. Decidido a chegar ao final da trilha, o jovem acendeu um cigarro e continuou o percurso. Durante a caminhada muitas coisas do seu passado recente rodeavam a sua mente, a maneira como ele tinha saído da sua cidade natal, em busca de uma vida mais livre. Ele não conseguia se acostumar com a cobrança de resultados positivos em seus trabalhos, mesmo sendo um excelente profissional. Além disso, os laços afetivos dele com seus familiares e amigos andavam estremecidos. O rapaz não aceitava algumas imposições da sociedade, fruto de uma infância muito regrada e a consequência disso foi uma briga com algumas das pessoas que amava. Pensando em ter um futuro melhor, correndo atrás de um lugar onde pudesse ser realmente sincero, ele seguiu a trilha, o rumo era a cidade de Gyõr, no noroeste da Hungria. O destino não foi escolhido por acaso, ele queria estar mais perto da fronteira e ia se encontrar com uma amiga que não via há alguns anos. Porém, a sua esperança de conviver com alguém que compreendesse a sua visão e seus planos para o futuro, que ainda estava distante, coberto por uma leve neblina.

4 thoughts on “Himnusz – Não brota a liberdade

  1. claro q marcia ficou confusa, ja viu ele entender algo!?
    neblina miseravel! assopra ai p ver se ela some! iuhaiuahiauhiauhiuahiauhiua
    falow

  2. Grande Duda… depois tem que me ensinar com o link “favs” e putz! continue a escrever, que sempre que puder vou dar uma olhada aqui e comentar tbm!

  3. Quem manda não ler e-mail? Não sei porque a Hungria me remete a serial killers… Seu personagem vai matar alguém? Quem sabe essa amiga aí! A gente sempre acaba se irritando com quem entende a gente…

  4. o trilho é guia na neblina. mas sempre leva a um lugar certo. é preciso usá-los e largá-los a tempo.

    me lembro desse garoto, 1978, não?

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